Memórias de Guégona #6

"No quadragésimo terceiro dia da primavera, Grahana-Sandhih partiu em expedição à Mauatã, cumprindo missão em prol de alianças para a guerra iminente. Nesta região se encontra Tercanotrix, um exilado de Barçol, e ele precisa ser capturado - de preferência com vida - pelo grupo de heróis. São, aproximadamente, 9 horas de viagem, e o grupo parte em 13 cabeças.

1. Pebo 2. Antônio 3. Mystillion 4. Mina 5. Charum 6. Lúria 7. Satisfaz 8. Quipuia 9. Khaos 10. Brisa 11. Chira 12. Cassiano 13. Álcia

O grupo foi surpreendido diversas vezes durante a exploração da masmorra onde os lobisomens se escondiam, mas os heróis são implacáveis. Foram derrotados ratos, ghouls, lobisomens... Alguns amigos caíram: Satisfaz e Álcia já não se encontram mais entre os vivos; outros, carregam sequelas: Lúria está com a parte superior do corpo deformada, derretida por uma gosma verde.

Com a experiência vem a confiança, e o grupo se moveu com garra e obstinação e o objetivo foi alcançado! Não só possui como prisioneiro Tercanotrix como também seu segurança, seja lá qual for seu nome. Bolas de fogo, forças fantasmagóricas, flechas, lanças, espadas, foram elementos mais que essenciais para o sucesso da missão."

Por Yasmin Hessel.

 

 Neste dia o grupo foi surpreendido muitas vezes; não perderam. Iago disse que o assustou que Tercanotrix ameaçasse o Dedo da Morte, mas resistiram. Aliás, posso até ter gostado muito de ver o bem direcionado feitiço de silenciar de Tercanotrix em Mina impedir umas três ou quatro conjurações de uma vez, numa só rodada; e pouco importou, porque em reação foram rápidos e inutilizaram o silêncio. Milo massacrou a energia do Sacer-Monoento com seus mísseis mágicos. Num só dia (que foram dois de aventura, na realidade da ficção) desestruturaram a ordem de Tercanotrix em Mautã. Restou-lhes porfazer somente a captura do tesouro, que para o Barsol pouco importa mas de muita valia seria para Grahana-Sandhíh. Isto é, entretanto, uma outra história, pois nem mais lá está o tesouro, ouvi dizer... Disseram que nas masmorras uns corpos foram deixados para traz em troca da pilha. [Jogo jogado no dia 12/09/2026. Vale dizer que Júlia e Sarah se somaram ao grupo e foi glorioso o resultado, como costuma ser quando da boa curadoria escaramuça].

Por Yannick Yoran Oida. Sei porque vi!

A origem dos humanos daqui

O Império dos Quemíteras é de origem estrangeira; veio de outro planeta, e veio navegando. Mais tarde perderia a capacidade de navegar, e foi assim que ficou preso a estas terras. Quemítera designa, originalmente, aqueles que permaneceram com o Supremo Quemós, o Esquecido; pois quando os quemíteras originais chegaram (e eram a raça dos antigos humanos), alguns se distanciaram de Quemós, tendo encontrado os deuses do solo. Entre eles estão os povos de Xi (primeiros a abandonarem a ordem quemítera), e os ancestrais dos Daugawa, e dos Alvyda e Ainar, e dos povos do Barsol e além, e também dos povos do Terpã. A vitória náutica dos quemíteras os pôs aos pés dos deuses silentes, os deuses astrais. Quemíteras chegam e têm período próspero; desenvolvem-se e fundam a astromágica, mas negligenciam os deuses marítimos; o quemítera Simeoteu é tido como fundador dos homo sapiens modernos.

Memórias de Guégona #5: Entrevista com os Lobisomens

Lembro que começamos a sessão numerada como "21º encontro de Guégona*", e Grahana-Sandhíh tinha de recuperar o tesouro de Salphatérax de um covil de lobisomens. Lembro que encontraram, Mais Uma Vez, Pelão e Pietro, os "escravos" que sumiram com o cozinheiro pelas masmorras da Elfa.

Então, com lobos, venceram serpentes e salamandras, venenosas, policéfalas, congelantes, e puseram mãos sobre a pilha perdida; mas Khaos (não somente) foi abatido no processo. Pebo e Antônio passaram três dias retornando seu corpo a Homeria para que fosse ressucitado por Abintas (sucedeu).

Do outro lado, Grahana-Sandhíh convencia os lobos que pelo retorno do tesouro a Salphatérax (determinado também por conjuração de _tarefa_ sobre Mina e sobre Mystilionn) receberia apenas 10% daquele total. Puseram os lobos no devido lugar (com palavras): o de desesperados, famintos, caçados por uma força maior; mas ali mesmo, em função das casualidades, estavam sem vantagens, e tiveram de aceitar deixar Dulgueque para trás como garantia de que devolveriam os tais 10% recebidos do mago ao covil.

Uma das minhas negociações favoritas em jogo deve ter acontecido neste dia (tanto em termos processuais quanto resultativos)... veja como são todos uns safados nesta história!

* dia 17 de maio de 2026, com os três escaramuços.

Memórias de Guégona #4: Iulius, o Paladino

Me preparava para uma sessão do Jogo de Guégona no 20/04/2026. Tinha me esquecido de avisar ao pessoal para deixar fichas prontas de personagens de 1º nível; a Yasmin deu continuidade à Leandra (que já havia investigado o Obeisco de Homeria e ao fim da sessão atingira o segundo nível de ladra), e a Mary Bertolaccini veio jogar conosco pela 1ª vez. Por esta mesma razão (e outras pessoas tinham possibilidade de vir participar) deixei algumas fichas prontas para serem escolhidas por jogadores iniciantes. 

Uma delas aconteceu assim: rolei um paladino natural, com força, sabedoria, carisma, todos acima da média, e força especialmente acima da média (16+). No Jogo de Guégona, as classes usuais são as quatro consolidadas, e eu mesmo havia gerado os valores de atributo, mas não quis despediçar a sorte e entreguei a ficha ao Iago, que a aceitou de bom grado. 

Iulius foi o nome do Paladino da Igreja de Ξ (Xi); sua *fielzíssima* seguidora era (pois não *segue* mais) Sândja, Guerreira de 1º nível. Iulius foi morto por uma das criaturas hobgoblinescas de sob Homeria, e Sândja tornou-se personagem de jogador do Iago. Vejam a ficha de Iulius no <cemitério>.

Este personagem rolado servirá como base para o Paladino de Guégona.

Jogamos pouco desta vez. Uma pena, pois qualidade não faltou no jogo!

  

Obs: esta postagem não foi revisada ou editada!

Memórias de Guégona #3 e um pouco mais

 É inacreditável! Jogamos hoje mesmo e o partido foi insano. Oito em Homeria. Na realidade eram Laura Capeles e Yasmin Hessel em Belo Horizonte (abril de 2026); mas em Homeria eram oito saindo do Flautim Encantado (na Primavera de 345) em direção ao Obelisco de Rompelima na cidade. Entraram de madrugada, e quando conseguiram afungentar o último soldado de um bando que os atacara, passaram a perseguí-lo pelos corredores; tiveram sucesso na perseguição, mas não ficaram contentes com o resultado; em nenhum momento, parece, estiveram satisfeitos. Sem ligar para o risco, permaneceram no subsolo até não terem mais luz. Só saíram de lá com a luz de tochas improvisadas e muita sorte. 

 Morreram os dois personagens preparados para a aventura e mais um serviçal (Yasmin diz que foi um sucesso, não tiveram consequências as ações desmedidas. Ela é de fato uma das mais desprendidas dentre nós), e nem todos que voltaram vieram saudáveis; foram parar junto a Balbúcio, que está com parasitose lá na enfermaria de Guilhermina. O cemitério deve ser atualizado também (confira lá, se já está!).

 

 P.S.: No dia seguinte, Yasmin mestrou para o nosso grupo (eu, Iago, Gabriel P. e Eduardo Dias) o Palácio da Princesa Prateada, e foi espetacular. Joguei Albért, o Bom, desta vez; já em Lakshimi (o outro jogo da Yasmin) jogo Eufrásio, um baita desgraçado. Sobre ambos personagens devem surgir novidades no futuro; tenho expectativas especiais para o Eufrásio. Mas agora não me desce escrever muito mais.

Memórias de Guégona #2

Noutro momento Grahana Sandhíh poderá voltar a brilhar nas Memórias da Mãe Guerreira. Desta vez, o registro é de um partido originado na face Oeste da Arifa, mas que, composto de bandidos em Sintra, emigrou para as terras independentes do Vale Térpio.

São os Bandidos da Lampa. Vieram do vilarejo fronteiriço deste mesmo nome (Lampa) e seguiram um grupo de Egratocs viajantes até Urdina Mastaza. Lá (34º do Outono, 344), venceram alguns orcs em combate, usando bem a vantagem do terreno elevado em escadas na entrada do observatório; em seguida, encontraram tesouro no observatório e chegaram a por nele suas mãos, mas não sem antes deixar cair através duma armadilha despercebida a alguns orcs das profundezas dois de seus companheiros (veja a seguir; eram ambos da Yasmin, que coisa). Ao fim, saíram de Urdina Mastaza sem vislumbrar o Grande Salão Indigo-Mostarda, porém vitoriosos. Viajaram até Homeria, onde se hospedaram (47º do Outono) com sua nova riqueza na estalagem dos aventureiros, o Dragão Espetado.

Foram Calísse (guerreira 2) & Chico (mago 1) [e Kato (ladrão 1) e Frederica (maga 1), que foram os que viraram refeição de orc], da Yasmin Hessel. Apito (ladrão 2), Balbúcio (guerreiro 2), Carranca (guerreira 2) Ezebíades (clérigo 2), todos do Iago Baptista.

O jogo aconteceu em 8 de março de 2026.